Jesus e a fenomenologia ufológica

Atualizado: Mar 7




A história de Jesus, mesmo nos textos canônicos, é mais do que suficiente para que cada um de nós possa vislumbrar seu relacionamento direto com a presença dos extraplanetários. Da concepção milagrosa do corpo que iria usar em sua passagem pelo planeta há pouco mais de dois mil anos, o momento da transfiguração, a posterior crucificação, ressurreição, e por fim ascensão ao céu de forma definitiva, ele sempre teve o que eu poderia definir como um acompanhamento muito especial. Ele nunca esteve na realidade sozinho.

No capítulo dezessete do Evangelho de Mateus, versículos 1 a 8, encontramos a narrativa da “Transfiguração”. Mais uma das passagens do Novo testamento onde os fenômenos se processam tendo a “luz”, como acontece dentro da realidade dos contatos ufológicos em nosso tempo, como uma presença constante, que define o contato com uma realidade transcendente:

Seis dias depois, tomou Jesus consigo Pedro e os irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte.

E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz.

E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.

Então, disse Pedro a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas; uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias.

Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu filho amado, em quem me comprazo; e ele ouvi.

Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços tomados de grande medo.

Aproximando-se deles, tocou-lhes Jesus, dizendo: Erguei-vos e não temais!

Então , eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus.

Como entender o que essas linhas revelam? O encontro com Moisés e Elias é uma forma não só de revelar a importância desses dois personagens, como a ligação de todo o processo de contato ao longo da história bíblica, presente no Antigo testamento, com o personagem principal da Data Limite. Aquele que até os dias atuais, segundo tanto os textos canônicos, como os de caráter apócrifo, seria o grande responsável por nosso destino.

Os discípulos de Jesus viram uma manifestação de todo o seu poder e das energias que de forma “mágica” sabia manipular e utilizar para produzir curas, e toda uma série de outros fenômenos, devido seu espirito ter tido a oportunidade de encarnar, conforme planejado, em um corpo geneticamente engendrado, e alterado, para as necessidades de sua missão. Na verdade, como indicado antes, compatível com sua própria evolução espiritual.

Aquele que é a figura central hoje das questões inerentes à Data Limite, dentro das colocações legadas à humanidade através de Chico Xavier, passadas de forma detalhada a Geraldo de Lemos Neto, na verdade parece, aos olhos desse autor, alguém que já havia atingido a capacidade de agir diretamente no mundo de possibilidades do oceano quântico de uma forma plena e definitiva. Essa realidade o tornava capaz de rescrever e intervir no universo da matéria e biologia, produzindo toda e qualquer forma de milagre, mediante sua conexão com o Eterno. Jesus em sua época foi o maior dos “Observadores” encarnados no planeta, dentro da teoria, ou terminologia da Física Quântica. Uma das células da consciência maior, responsável pela manifestação do poder criador.

O que para muitos ainda hoje poderia ser encarado dentro da ideia de uma simples fábula religiosa, como trazer de volta à vida uma pessoa já sepultada, como Lázaro, era apenas mais uma manifestação de seu potencial de rescrever a história. Todos nós a cada dia fazemos algo dentro do mesmo princípio, mas em escala ainda mínima, mas foi ele mesmo que em suas palavras nos garantiu, que faríamos ainda coisas maiores. Jesus não veio pagar pelos nossos pecados, mas mostrar o caminho para nossa evolução e ascensão “ao reino dos céus”. O grande mandamento trazido por ele, “amarás o teu próximo como a ti mesmo”, é em essência “apenas” uma versão das ideias ligadas à teoria da Unidade, que estabelece que “somos um”.

A mensagem crística hoje é repetida por nossa ciência mais avançada e pelos extraplanetários envolvidos em nosso processo de despertar e desbloqueio de nossas capacidades mediúnicas e paranormais. As mesmas entidades, ou seres, que no momento da chamada “Transfiguração”, se fizerem presentes com a espaçonave (nuvem luminosa), cujo brilho, ou luminosidade, envolveu a todos, segundo o texto sagrado.

Esse tipo de realidade e contato com o lado mais transcendente da presença extraterrena continua. Outro momento, que devido sua inegável importância, sempre me detive em meus estudos dos livros sagrados, mais especificamente do Novo testamento, é o da sua ressurreição.

Podemos ler no capítulo vinte e oito também do Evangelho de Mateus, nos versículos de 1 a 3:

No findar do sábado, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. E eis que houve um grande terremoto, porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou­se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela. O seu aspecto era como o relâmpago, e a sua veste alva como a neve.

E os guardas tremeram espavoridos e ficaram como se estivessem mortos.

Mas o anjo, dirigindo-se as mulheres, disse: Não temais; porque sei que buscais Jesus que foi crucificado.


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Ele não esta aqui; ressuscitou, como tinha dito.

Através deste relato, foi possível observar todos aqueles fenômenos (terremotos, relâmpago, etc.) sempre presentes nas aparições ditas divinas, que para esse autor não passam de eventos ligados à uma tecnologia superior (aproximação de veículos aéreos, ou espaciais).

Em minha avaliação, por trás do termo “anjo” nesse caso, pelo menos de início, teríamos um veículo voador, e não um ser vivente, uma entidade. Mas, como vimos, alguém, supostamente um anjo, se comunicou com as mulheres. Talvez apenas uma comunicação mental, ou telepática vinda do interior do objeto a partir de um de seus tripulantes. Já no Evangelho de Lucas temos mencionada de uma forma mais direta e objetiva a presença dos que seriam de fato os tripulantes da nave. Podemos ler no capítulo vinte e quatro, versículos de 1 a 6:

Mas no primeiro dia da semana, alta madrugada, foram elas ao túmulo, levando os aromas que haviam preparado.

E encontraram a pedra removida do sepulcro; mas ao entrarem, não acharam o corpo do Senhor Jesus.

Aconteceu que, perplexas a esse respeito, apareceram-lhes dois varões com vestes resplandecentes.

Estando elas possuídas de temor, baixando os olhos para o chão, eles lhes falaram: Por que buscais entre os mortos ao que vive?

Ele não esta aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos de como vos preveniu, estando ainda na Galileia, quando disse: Importa que o filho do Homem seja entregue nas mãos de pecadores, e seja crucificado e ressuscite no terceiro dia.

Na realidade, os textos canônicos não descrevem o translado do Messias verificado após a sua ressurreição; entretanto, pinturas retratam tal passagem.

Em Kosovska Metchija, no que hoje é a Sérvia (antiga Iugoslávia), encontra-se o monastério de Detchani. Sua construção verificou-se entre os anos de 1327 e 1350. Por volta de 1350, o interior da igreja monástica era decorado com numerosos afrescos, representando passagens do Antigo e Novo testamento. Saltam aos nossos olhos os afrescos representativos da crucificação e ressurreição de Cristo. No primeiro, podemos ver o Messias crucificado; no céu aparecem dois veículos voadores, com seus respectivos pilotos (anjos). No segundo, observamos Jesus prestes a deixar a Terra no interior de um objeto não muito diferente dos presentes na “Crucificação”.

No Ícone A Ressurreição de Jesus Cristo, produzido no século 17, hoje no acervo da Academia Conciliar de Moscou, novamente observamos o Messias em um receptáculo que lembra uma astronave. Por ambos os lados sai fumaça, que oculta os pés dos anjos agrupados ao redor. Coisa que é de se estranhar, pois supostamente representava um acontecimento ligado ao mundo divino.

Mas sabemos o quanto a tecnologia extraterrestre já inspirou nossos antepassados à visões, ou interpretações religiosas, diante de fatos além da compreensão para época, em que esses contatos e interação direta de personagens bíblicos com os extraplanetários, faziam parte de nossa história.

Outro exemplo dessa realidade, em que representações artísticas podem nos ajudar a ter uma visão objetiva da conexão de Jesus com os UFOs e o acompanhamento e intervenção extraplanetária, pode ser observado na Igreja de Saint-Serni, em Toulouse (França), onde existe uma representação em relevo do século 11. Nessa peça o Messias pode ser observado dentro de um objeto de forma oval.

Também em relevo, em marfim, hoje no Victoria and Albert Museun, em Londres, verificamos representação similar. Nessa, que é intitulada a “Ascensão de Cristo”, o Messias sobe ao céu mediante um objeto semelhante a um ovo, do qual emana o que parece ser um jato propulsivo, uma “nuvem”, ou fumaça, que parte da região inferior do objeto.

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