Como age um Poltergeist?




Poltergeist, como vimos no capítulo I, é um termo aplicado usualmente a um conjunto de diferentes fenômenos físicos cuja natureza causal ou nos é desconhecida ou não é passível de ser definida dentro dos critérios comuns de explicabilidade.

O fenômeno se vincula quase sempre à presença de uma ou mais pessoas em interação social – normalmente um grupo familiar – e seus efeitos físicos espontâneos parecem indicar um certo grau de propósito e/ou intencionalidade.

As anomalias físicas desta ordem vão desde as clássicas batidas e estalos banais recorrentes, com ou sem uma localização física precisa, passando pela movimentação espontânea, inesperada, caótica e ruidosa de objetos, incluindo-se aqui o transporte, deslocamento ou lançamento anormal de pedras, seixos, pedaços de madeira e outros corpos em trajetórias incompatíveis com as leis da dinâmica clássica em casos de lançamentos de projéteis, até chegar aos casos muito mais graves de combustão “espontânea” de móveis, roupas e outros utensílios domésticos.

Usualmente, uma infestação típica deste tipo de fenômeno se dá de modo recorrente, mas raramente machucando ou ferindo alguém, embora haja casos de ataques violentos e aparentemente intencionais a pessoas.

Por este motivo, o Poltergeist é considerado por diversos autores, como William Roll e André Percia de Carvalho, entre outros, um evento autêntico de Psicocinesia Recorrente Espontânea, ou RSPK (siglas em inglês de Recourent Spontaneous Psychokinesis) desde que esteja excluída ou bastante minimizada a possibilidade de fraude.


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Em outras palavras, o Poltergeist não é propriamente uma coisa, mas um processo ou complexo de ações de efeitos físicos estranhos que ocorrem, em sua maioria, ao redor de um núcleo social (família; grupos; internatos; etc.) e que demonstram intencionalidade ou propósito, como assustar, agredir ou chamar a atenção das pessoas que estão relacionadas a esta “síndrome” de ocorrências.

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