A dor para elevar a frequência da alma



Pergunta: Como entendermos que a dor consegue elevar a nossa frequência mental através das sucessivas reencarnações?

Resposta: Antes de entrarmos no mérito da questão, precisamos considerar alguns pontos importantes. Para encadear melhor o entendimento, é necessário sabermos que o espírito, essa centelha cósmica da Divina Chama Criadora — Deus —, não cresce, não envelhece, não morre, nem é destruído, pois é eterno e imortal. Portanto, o nascer ou renascer do espírito humano é apenas uma “descida” vibratória ao mundo carnal que visa desenvolver a consciência para ele aperceber-se de si mesmo perante Deus. Ele passa a existir como entidade individualizada, embora permaneça ligado ao Todo, como uma Centelha Imaculada de Deus que é. Assim, o espírito, essa Fagulha Divina que somos, não obedece às leis de tempo e espaço conforme acontece ao corpo físico. Logicamente, a Essência Divina é adimensional, atemporal e utiliza o seu sagrado casulo carnal como instrumento de trabalho e aprendizado consciente no plano da existencialidade para trazer ao consciente, progressivamente, os Atributos Divinos.

Para despertar da latência os Atributos de Deus, a dor desempenha excelente papel no homem-espécie de pouca evolução, pois eleva a sua frequência mental, e ele vai se desatrelando do plano físico e se vinculando emocionalmente ao plano extrafísico. Vai abrindo mão da racionalidade e despertanto a emotividade pela transcendência.

Pergunta: Por que nem os médicos encarnados nem os terapeutas desencarnados conseguem curar a obesidade de certas pessoas?

Resposta: Das doenças, por serem elas geradas pela desarmonia da alma, não é suficiente tentar curar os efeitos sem conhecer as causas. Daí a razão de os terapeutas encontrarem dificuldades para curar determinadas obesidades.

Para ilustrar o assunto, comparemos o perispírito com um balão de aniversário infantil. Como é do conhecimento de todos, só podemos encher de ar o balão até certo limite, além do qual ele não resistirá. Com o perispírito acontece coisa parecida. Devido às fortes alterações emocionais e de outras procedências, o sistema endócrino fica alterado na sua harmonia, passando a executar um trabalho além da sua capacidade normal.


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A hiperfunção do sistema endocrínico provoca dilatação volumétrica no perispírito. Assim, após preencher o molde perispiritual, o homem não deve oscilar tão frequentemente nas suas emoções, porque o coeficiente de dilatação da contextura molecular própria da Terra é de baixa resistência. Quando dessas dilatações, há o que poderíamos chamar de uma “ruptura” na tessitura perispiritual.

Aqui na Terra, o tempo normal para “encher” o perispírito do encarnado, após a sua redução no plano espiritual antes de encarnar, é de 21 anos. Observemos que, de um modo geral, é mais comum acontecerem essas grandes alterações após os 21 anos de idade, que se tornam muito mais acentuadas principalmente dos 49 anos em diante, idade em que se “perde a garantia”, pois se caminha sorrateiramente em direção à inquestionável decrepitude. Há casos em que, numa encarnação, o distúrbio é tão grande que o espírito pode reencarnar com o perispírito já dilatado e, naturalmente, obeso ou desfigurado desde a infância.

É de bom alvitre relembrar que o perispírito não resiste a grandes impactos emocionais nem a constantes alterações químicas sem sofrer alterações danosas. Daí, em muitas circunstâncias, surgirem as deformidades biológicas desde a formação fetal por causa dos reflexos condicionados trazidos de vidas anteriores. Justifica-se assim o motivo de a pessoa ser obesa desde os primeiros anos de vida.

Não basta trocar de corpo, é preciso aprender a viver em harmonia com as Leis da Vida para curar definitivamente a obesidade do homem desequilibrado da superfície da Terra que somos.

Concluímos daí que curar determinados tipos de obesidade fica difícil para os terapeutas, levando-se em consideração que a correção do perispírito pode exigir algumas reencarnações. Assim é que, quando desencarnamos com o nosso perispírito dilatado em grandes proporções, não se pode prever de quantas vidas precisaremos para corrigi-lo. Em casos dessa natureza, os médicos encarnados podem conseguir, no máximo, inibir a dilatação do corpo perispiritual na tentativa de frear a obesidade.

Nas ocorrências de grandes distúrbios, o obeso pode desencarnar antes da sua sagrada graduação à velhice, considerando o excessivo e forçado trabalho desempenhado pelo sistema endócrino, que sobrecarrega principalmente o coração.

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Envolvendo o espírito, existe um corpo menos denso do que o físico, chamado perispírito, responsável pela configuração humana e que tem tamanho delineado de acordo com a sua ancestralidade terrena ou trazido do seu planeta de origem. Em condições normais, é o perispírito que determina o “tamanho” de cada ser humano. Na superfície19 da Terra existem alturas diversificadas, sendo que parte é por causa da péssima alimentação usada pelos povos ditos civilizados, e, também, ao número ainda muito grande de espíritos que emigraram de outros orbes do nosso sistema solar, ou de fora dele, trazendo, evidentemente, os seus perispíritos.

Um espírito de origem planetária marciana reencarnando aqui na Terra, em condições adequadas, inicialmente seria uma pessoa alta, porque o seu perispírito é grande; se, no entanto, um espírito emigrar de Ganimedes, um dos satélites habitados de Júpiter, e reencarnar na Terra, terá pouca altura, porque as pessoas daquele mundo, quando adultas, têm apenas 30 centímetros de altura, segundo Ramatís, através de Hercílio Maes, conforme consta na 15ª edição do livro A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores, Editora do Conhecimento.

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