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A Cura do Câncer

Atualizado: Mar 7


PERGUNTA: Em face de os espíritos de vossa esfera conhecerem a origem do câncer da maioria da humanidade, supomos que eles também saberão qual o meio mais eficiente para se curar esse flagelo; não é assim?

RAMATIS: Embora a humanidade terrena considere o câncer como um flagelo terrível, a Técnica Sideral só o tem na conta de um efeito especial, no processo de expurgação do tipo de tóxico aderido ao perispírito e que se elabora principalmente pelos atos que trazem prejuízos ao próximo. Convém refletirdes que, quando o médico opta pela cauterização de qualquer ferida maligna, não o faz para atormentar o seu paciente, mas apenas lança mão do recurso drástico mais eficiente e que no momento pode curá-lo da infecção perigosa. O câncer deverá ir desaparecendo à medida que a humanidade também reduzir a cota de energias malignas que ainda lhe circula pelo perispírito. Se os espíritos desencarnados pudessem sugerir alguns meios eficientes para o homem obstar a”descida” do morbo que lhe provoca o câncer, isso seria revelação extemporânea e nociva, uma vez que a sua cura definitiva depende da drenação de todo o tóxico existente no perispírito e não do prematuro e insensato represamento. A única terapia presentemente aconselhada e que então auxiliará a Medicina para o mais breve êxito, insistimos em repetir-vos: é a cristificação do homem e o seu devotamento incondicional ao Evangelho de Jesus, com a conseqüente sublimação do espírito enodoado. O elemental subvertido canceroso é tão rude e primitivo, que a sua natureza inóspita foge à ação espiritual direta das entidades mais elevadas que poderiam intervir com êxito na cura, pois elas não conseguem o abaixamento vibratório suficiente para poder atuar ao nível da formação cancerígena. O câncer ainda é imune às intervenções terapêuticas exógenas e só o próprio paciente é que poderá modificá-lo em sua natureza agressiva; acha-se tão intimamente aderido à contextura perispiritual que, já o dissemos, embora seja amputado um dedo canceroso, esse elemental movimenta-se novamente pelo molde etérico e depois “baixa”, infeccionando a mão, em seguida o antebraço e, finalmente, o braço, transferindo-se depois de um foco primitivo para outro adjacente ou distante, até minar fatalmente todo o organismo. E o seu portador, portanto, quem deverá expurgá-lo da sua circulação, ficando o corpo físico condenado a servir de condensador do tóxico e devolver ao seio da terra a energia subvertida, que foi depreciada no mau uso e pela imprudência do espírito enfermo. Seria inútil, pois, qualquer intervenção precipitada e inoportuna, em que se procurasse extinguir primeiro a “doença” sem curar o “doente” que, uma vez livre da carga mórbida, não só passaria a elaborar novo veneno na contextura delicada do seu perispírito, como ainda não se preocuparia com o controle dos seus pensamentos e emoções, dada a facilidade com que os espíritos o livrariam de qualquer sofrimento posterior. Demais, desde que o homem não se conforma em renunciar ao mundo profano e aderir absolutamente ao “ reino do Cristo”, e ainda se aflige pelos desejos ardentes, cultuando o reino ilusório de Maya, seria inútil qualquer processo intervencional dos espíritos pois, mesmo que de início houvesse resultado satisfatório, o ex-canceroso não tardaria em eleger-se novamente à mesma doença do câncer.

Fisiologia Da Alma Ramatís/Hercílio Maes

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